Relatar uma das experiências mais intensas e marcantes da minha vida com palavras é algo bastante difícil, mas ainda assim, tentarei narrar da forma mais detalhada possível a sessão incrível que tive com o DOM BARBUDO. Não moro na capital, mas recebi a notícia de que teria que ir para a cidade para realizar alguns compromissos. Avisei o MESTRE e ele me ordenou que deveríamos nos encontrar. Meu nervosismo foi às alturas ao saber que eu logo poderia conhecer o DOM BARBUDO e que minhas fantasias seriam brinquedos em SUAS mãos.
Chegando à cidade, me hospedei em um hotel bastante luxuoso, cinco estrelas, por ordem da empresa, a fim de descansar entre as reuniões. O espaço era incrível, tinha um serviço impecável, mas minha chefe criou vários empecilhos e não seria possível minha saída do hotel. Fiquei completamente devastado ao saber que não poderia ir ao Studio 57, e logo que recebi a notícia comuniquei o MESTRE. Senti que isso não satisfez o DOM de forma alguma e fiquei ainda mais ansioso, já que desejava com meu âmago esse encontro.
Após alguns momentos de conversa, o MESTRE me disse que viria até mim no hotel. A sensação de ter O DOM BARBUDO em meu quarto, vindo ao meu encontro para me usar me deixou completamente extasiado e cheio de tesão. Ler a mensagem “chegarei em 15 minutos” fez meu coração acelerar, as mãos suarem, as pernas amolecerem, eu quase não conseguia ter controle sobre meus atos. Fiquei confuso ao entrar no elevador, depois no lobby e, ao chegar na entrada do hotel (onde deveria esperar pelo MESTRE) eu já estava completamente absorto em meus fetiches mais escondidos. Ali, a cada veículo que chegava, o meu estômago revirava e meu coração parecia que ia sair pela boca.
Quando vi o MESTRE chegando, botas de couro, calça justa, uma mala pequena, pensei comigo mesmo: “agora não há mais volta, serei DELE”. Ao vê-LO, não conseguia me comunicar direito, minha voz era baixa, minhas ideias mal organizadas, tudo fruto de ansiedade e tesão, um misto que nunca havia sentido antes.
Ao chegarmos ao quarto, o MESTRE foi assertivo: “ligue o ar-condicionado e venha lamber minhas botas!”. Numa fração de segundo, me virei para ligar o aparelho e quando dei por mim, meus cabelos já estavam sendo puxados e meu corpo sendo jogado ao chão, para lamber as botas do DOM BARBUDO. A sensação de pertencimento me preencheu, eu sabia que ali era meu lugar, com um Homem me dominando.
O MESTRE me puxava, me beijava e cuspia em mim, mordia meu peito e me apertava, além de me dizer quem eu era e a quem pertencia. Desde o começo da sessão, eu já sentia um tesão que nunca havia sentido, correndo pelas minhas veias. Em seguida, o SENHOR me mandou subir na cama, arrancou minha roupa e me mandou ficar de quatro. Em frente à cama existe uma grande janela, que dá vista para a cidade de São Paulo.
Ao subir no leito, o MESTRE me colocou uma coleira e algemas, montou em mim e me puxou pela corrente para eu ficar bem de frente à janela. Com sua voz e sotaque que ainda permeiam minha mente, ele disse: “mostre pra São Paulo inteira como você se tornou meu escravo e submisso”. Minha excitação foi às alturas, eu gemia e me contorcia.
Eu sabia quem eu era, escravo e submisso de um Macho cheio de fantasias e que sabia perfeitamente como lidar com um cara como eu. Mas a cama e o chão do quarto não foram as únicas partes utilizadas na sessão. Em certo momento, o MESTRE ordenou que eu subisse na banqueta de descansar os pés e que dançasse para ele, de forma insinuante. Eu subi e me entreguei a uma dança que explodia em desejo, ao mesmo tempo em que tentava seduzir o SENHOR, satisfazendo suas vo ntades.
Felizmente, minha entrega me foi recompensada, porque depois de alguns movimentos, o SENHOR me mandou para cama e rapidamente montou sobre mim. Enquanto puxava a coleira, me apertava, mordia minha nuca, esfolava minhas costas com sua barba grossa e esfregava seu pau em minha bunda nua. Sua respiração nos meus ouvidos era uma sinfonia, e eu respondia da mesma forma, gemendo e ofegando.
O MESTRE se virou e me mandou deitar sobre ele, eu submissamente obedeci e, deitado sobre o corpo do SENHOR, tive meus peitos tratados. Tratados sim, porque o trabalho do MESTRE nos mamilos é completamente insano. Eu gemia, me contorcia, fazia caretas, tentava me desvencilhar dele, mas tudo era em vão. Meu tesão era tamanho que eu queria fugir, mas estava totalmente entregue às SUAS mãos.
Tamanha a excitação que eu implorei pelo gozo ao MESTRE, sem ao menos ter tocado em meu pênis. Gozei muito, meu corpo se contraía de tanto tesão acumulado. O MESTRE me deixou relaxar por poucos minutos, mas logo ELE recomeçou os trabalhos, visto que o desejo ainda estava a mil, tanto de minha parte quanto da DELE. Foi realmente uma noite de emoçõe s fortes e libertadoras.
Quando saiu do hotel, o MESTRE se vestia todo em couro, causando olhares desconfiados dos funcionários. Seu caminhar era firme e orgulhoso e eu atrás, submisso, usado e completamente satisfeito por ter sido objeto nas mãos do SENHOR DOM BARBUDO. E hoje, ao escrever este relato, contabilizo várias punhetas ao simplesmente me lembrar de qualquer uma das cenas da sessão.
Obrigado, DOM BARBUDO, por despertar em mim, o escravo e submisso que sou.