Um submisso com 27 amos, loiro, malhadinho, tatuado e tarado na dominação física e psicológica.
Peguei ele em sua casa.
Nestas horas é que a atuação do DOMINADOR é posta a prova, pois confesso que gosto dos meus toys, do ambiente que criei, das sensações que os acessórios ajudam a causar, mas é preciso estar pronto para praticar em qualquer circunstância, ainda mais um escravo experiente como esse.
E claro que ou se faz bem feito, ou o submisso perde o tesão.
Não foi o caso com esse filhote pig.
A condução pelo verbal foi focada em todos os seus fetiches e falei muito de como seria comigo, a exposição pública e humilhação nas festas e empréstimos para meus amigos, alias, a mais pura realidade e tudo muito possível que aconteça.
Ele é fetichista, gosta de Daddy e de apanhar no colo de um macho.
Com uma bunda dura, branquinha e carnuda, não demorou para começarem os primeiros gemidos.
O tesão ficava muito mais intenso quando eu dizia que iria repetir por dias a cueca e meias, a ponto de ficarem tão fedidas que afastaria as pessoas. Só a possibilidade dele pegar um macho nestas condições e ter que lamber um corpo peludo e cheiroso, deu-lhe tanto tesão que ele se contorcia na cama como uma cobra.
Ele deseja também apanhar em público, usar uma máscara, perder a identidade, receber uma coleira, ser conduzido pela guia como um escravo ou animal e apanhar pra caralho, de preferência, por mais de um homem ao mesmo tempo.
O gozo veio farto, pelo sexo e depois pela masturbação, mas em ambos os casos, o tesão foi ao extremo com ele sendo humilhado, xingado, diminuído e usado, como se faz com um escravo de merda, um pig, digamos assim!
Uma resposta
MESTRE, uma tara minha é usar roupas de couro e sentir o poder que ela trás num encontro íntimo, tenho tesão por técnicos por isso dispenso luvas, tenho vontade de um corpo a corpo, muito bjo na boca e o couro nas minhas mãos (em pé, deitado….), mesmo sub quero sentir esse poder de liberdade que o couro sempre me transmitiu.