ENTREVISTA COM GRIM – SEMIFINALISTA MR/MISS FETICHE BRASIL 2026

APRESENTAÇÃO DO SEMIFINALISTA – MR/MISS FETICHE BRASIL 2026

Apresentação – Conte-nos quem é você e como gosta de ser chamado nome ou nick?

Apresentação sou Victor, mas prefiro ser chamado pelo nome da minha persona, Grim, tenho 25 anos, escorpiano nascido no Maranhão e criado no Paraná sou switcher, e estou a quase 6 anos no BDSM. Como experimentalista que sou, tenho gosto e curiosidade por muitas práticas, o que me torna um aventureiro por natureza. Sou novo como figura na cena fetichista e ainda pouco onhecido, sou o bartender das festas da kinky nest, um espaço voltado a festas fetichistas como a Matchlha e a Tickling Party. Também já fui assessor e auxiliava na organização da fetishmeet e meet +18, apesar de estar afastado do evento no momento.

Não gosto de simplesmente aceitar as coisas, então, enquanto explorava o BDSM sempre prezei pela liberdade. Regras são apenas uma recomendação. Sendo puppy, fui beta de dois alphas, e um brat com ambos. Tenho minha matilha, que eu chamo de Corte. Não gosto muito como as roles tradicionais rotulam, pelos meios tradicionais sou um switcher, porém, como uma pequena piada interna entre mim e os “reis” do petplay (Mufasa e King Eros), fui sendo chamado de príncipe, assim ilustrando quem manda e obedece ao mesmo tempo. Quero ser mimado quando domino, sou humilde quando dominado por alguém que cativa meu respeito, e insolente com quem não possui, esse sou eu.

1 – Conte quem é você além do visual: como começou sua relação com o fetiche e o que o trouxe até aqui hoje?

Como toda história engraçada, começou em um aplicativo, onde conheci um Dom na minha antiga cidade. No dia 31\10\2019 eu tive meu primeiro contato com o mundo do BDSM e do Petplay, e se tornou um amor à primeira prática. Após algum tempo mais afastado em decorrência de um relacionamento baunilha, retornei me mudando para o estado de São Paulo onde conheci mais a cena e a mim mesmo. Foi aí que desenvolvi mais ainda meu gosto pelo fetiche e adquiri experiência, descobrindo práticas novas também.

2 – O que você gostaria de contar para que a população e os jurados saibam mais de você? Quais seus fetiches?

Como dito anteriormente, sou um experimentalista e switcher, então pode se dizer que o leque inteiro está aberto para mim. As que mais me interessam são: pet e primal play, dominação, impact play, podolatria, knife play, restrição, breathplay… são muitas.

3 – Por que você decidiu se candidatar a este título e o que ele representa para você, pessoalmente e comunitariamente?

Começou com um pensamento intrusivo plantado pelo meu antigo alpha e um antigo irmão de matilha. Mas, quando o período de inscrições chegou, a vontade de me fazer visto, o incentivo dos amigos e a noção de que, se eu quero fazer algo que impacte e me faça ser lembrado como alguém que deixou sua marca, é agora ou nunca. Para mim pessoalmente tanto a inscrição quanto todo o período até a semifinal é o teste, perca seu medo, supere ele e mostre quem você é. Mas para a comunidade em si é o peso máximo. Não é só o título, mas ser o porta voz e o representante de cada um fetichista pelo Brasil. É unir e fortalecer nossa comunidade e levá-la além de nossas fronteiras, mostrando ao mundo quem somos e o que podemos fazer.

4 – Se você conquistar este título, qual é o principal propósito ou projeto que deseja desenvolver para a comunidade fetichista?

Reconheço que os feitos do Mestre Cruel foram incríveis, nos alçando a patamares internacionais e nos fazendo vistos. Mas eu, pessoalmente, aprendi bem com a JCI, fazer local, pensar global. Então, meu propósito principal é começar a integrar mais os grupos, mulheres no leather, unir o BDSM hetero com o LGBTQIAPN+, fazer as nossas pequenas bolhas colidirem e se tornarem algo muito maior, mais unido, receptivo e forte.

5 – Como é sua ligação com a cena Leather/Fetish local ou internacional? Há pessoas ou momentos que marcaram sua trajetória?

Posso dizer que surgi sendo agraciado com várias quebras de paradigmas, ser beta em duas matilhas simultaneamente, me trouxe experiências únicas, e posso afirmar com gosto que esses dois, Puppy Zelluk e Morfeu foram duas pessoas que marcaram minha jornada.
Mas o momento mais memorável, foi meu Debut na comunidade, na final do concurso Mr./Ms. fetish brasil 2025, conheci tantas pessoas incríveis da Cena e isso me mostrou, não só que eu tinha muito a aprender, mas também que o potencial de crescimento era quase ilimitado

6 – Após um ano de intensa dedicação do Mestre Cruel e um grande legado comol Mr Fetish 2025, o que você avalia da sua trajetória que foi importante para a cena e a comunidade fetichista e o que você pretende manter e trazer de novidade, se for eleito(a)?

Ainda não tenho feitos grandiosos que possam atrair todas as atenções, mas é com muito orgulho que ostento a honra de estar a frente de uma das festas mais únicas em toda a comunidade fetichista. A Tickling Party, festa que fui convidado a organizar e trazer visibilidade a esse fetiche tão invisibilizado.
Tenho ciência dos desafios que tenho pela frente, mas farei de tudo para ser um sucessor à altura do Mestre Cruel. O calendário fetichista, e trazer destaque a comunidade brasileira é inerente ao título, mas não pretendo me apoiar somente na continuidade dos feitos dele, quero trazer minha marca, minhas ideias e mostrar a força da nova geração do fetiche brasileiro.

7 – Mande um recado para os jurados e seus fãs, o espaço é seu!!

Só posso agradecer pela honra que é estar entre os 10 semifinalistas. Agradecer
imensamente por todo o apoio e torcida dos amigos, família, e do #TEAMGRIM. Não tirem os olhos de mim! Lá naquele palco, lá estarei no meu ápice. Vou ir muito mais longe e levar
todos vocês comigo. Marquem minhas palavras!

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